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O CAPITAL

Benedicto Ismael C. Dutra
20/07/2014



A culpa pelas misérias não é do capitalismo nem do socialismo, mas da sintonização errada do ser humano que se afastou de sua essência espiritual, e causa danos e sofrimentos a outros para satisfazer a própria cobiça.

"A partir da crise estrutural do capital em meados da década de 1970 desenvolveu-se um complexo reestruturativo do capitalismo mundial caracterizado pelas politicas neoliberais que impulsionam o desenvolvimento da financeirização da riqueza capitalista. No bojo do capitalismo dourado do pos-guerra constituiram contradições orgânicas na dinâmica do capital que, com a grande crise da década de 1970, iriam contribuir para a afirmação do capital financeiro como fração predominante do capitalismo global. A hipertrofia do capital ficticio levou a constituição do capitalismo das bolhas financeiras, cuja dinâmica de acumulação volátil e instável imprimiu sua marca na conjuntura do sistema mundial do capital nos "trinta anos perversos" (1980-2010). Com o capitalismo predominantemente financeirizado o dinheiro afirmou-se como capital-dinheiro, expondo o capital em geral em sua face mais fetichizada. Ao debilitar o poder de barganha do trabalho, o capital-dinheiro como capital ficticio fez o mundo a sua imagem e semelhança, abrindo um temporalidade histórica de barbarie social caracterizada, por um lado, pela crise e irracionalidade social, e por outro lado, por uma intensa concorrencia entre as frações internas do capital pelo dominio do globo."

(Adufmat)

"Ao término do filme, nosso anti-herói se declara um Robin Hood dos ricos, garantindo que vai continuar tirando dos pobres para dar aos ricos. Recebe uma grande salva de palmas, e diz para nós, espectadores: “São como crianças e vão continuar jogando até tudo explodir”. É essa a mensagem do filme. Riqueza é jogo de soma zero, e os ricos são ricos porque exploram os pobres."

(Rodrigo Constantino)

 "Os cidadãos do século XXI são escravos do Capital: sofrem com os problemas e celebram os triúnfos. Esta é a história da ascensão de um escravo do sistema que transforma-se em seu mestre. O trabalhador Marc Tourneuil (Gad Elmaleh) se aventura no mundo feroz do Capital. Ao mesmo tempo, o chefe de um importante banco de investimentos europeu se apega ao poder, quando uma empresa americana tenta comprá-los."

(adorocinema)

"Ao tecer um retrato da crise financeira que assola o continente desde 2008, o cineasta greco-francês é enfático: "A Europa se tornou um grande supermercado".

Costa-Gavras lamenta os rumos atuais da União Europeia ao lembrar sua chegada à França em 1954, filho de um imigrante que lutara na ala esquerdista da Resistência Grega aos nazistas na Segunda Guerra Mundial (1939-45).

As atividades políticas de seu pai tornaram insuportável a vida na Grécia, então sob um regime militar, e a tentativa de emigrar para os Estados Unidos seria impossível com as duras leis do macarthismo --período de caça implacável a suspeitos de ligações com o comunismo."

(Douglas Gavras)



Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel e é associado ao Rotary Club de São Paulo. É articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. É também coordenador dos sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br, e autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”;“2012...e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens” ,“A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade”; e “O segredo de Darwin - Uma aventura em busca da origem da vida”(Madras Editora). E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7
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