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CAPITALISMO UMA HISTÓRIA DE AMOR

Benedicto Ismael C. Dutra
18/04/2012



Documentário sobre a crise econômica americana (2009)

O bem produzido e cativante documentário "Capitalismo: Uma história de amor" apresenta nitidamente os efeitos da sintonização errada que os seres humanos adotaram com o foco voltado prioritariamente para o materialismo, o dinheiro e o poder terreno, esquecendo a sua essência espiritual e a sua transitoriedade no planeta Terra, de onde nada conseguem levar para o além. No entanto algumas conclusões são inquietantes, pois se afastam da realidade espiritual da vida.

Michael Moore enfrenta o problema que está no cerne de toda a sua obra: o impacto desastroso que o domínio das corporações têm na vida cotidiana dos norte-americanos e, portanto, também no resto do mundo.
 
Desde a classe média americana até aos salões do poder em Washington, passando pelo epicentro financeiro global de Manhattan, Michael Moore mais uma vez leva os espectadores ao longo de um caminho pouco conhecido. Com humor e indignação, "Capitalismo: uma história de amor" suscita uma questão crucial: quais as consequências para os Estados Unidos por seu apego ao sistema capitalista? O sonho americano se acha sob abalos: famílias que veem desaparecerem, seus empregos, suas casas e suas poupanças, sua aposentadoria.

Ao final Moore declara que o capitalismo é um mal e que deve ser substituído pela democracia - seguindo as regras do povo e não a do dinheiro.
(Mais informações em http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalism:_A_Love_Story)

O mal não está no capitalismo em si, mas na sintonização errada. Enfim, a sintonização errada dos humanos vem de longa data, desde que eles perderam a humildade e a gratidão perante o Criador Todo Poderoso, passando a se colocar como donos do mundo, cada um brigando para aumentar o seu poder e influência, semeando miséria e sofrimentos por onde lançam o seu olhar cobiçoso.

Segundo Abdruschin, quando Jesus disse outrora ao jovem rico que devia dar de presente todos os seus bens e haveres, isso foi necessário apenas para aquele, pois ele perguntara: “Que devo eu fazer…?” E Cristo deu a resposta para ele; não se destinava, nesse sentido, para a humanidade toda!
 
O conselho podia ser útil ao jovem rico, pessoalmente. E ele era fraco demais dentro de si para erguer-se interiormente no conforto de sua riqueza. Por isso, a riqueza era para ele um impedimento para a ascensão de seu espírito! O melhor conselho, que por isso podia lhe advir de Cristo, era naturalmente aquele que eliminava todos os estorvos. Naquele caso, pois, a riqueza, que induzia o jovem ao comodismo. Contudo, somente por isso! Não porque uma pessoa não deva ter riquezas!
 
A pessoa que não acumula inutilmente suas riquezas, para com elas granjear prazeres para si própria, mas as utiliza de modo acertado e as aplica no sentido certo, transformando-as em bênçãos de muitos, é muito mais valiosa e mais elevada do que aquela que dá de presente todas elas! É muito maior e beneficia a Criação! (Na Luz da Verdade, Cristo Falou…!)



Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, faz parte do Conselho de Administração do Prodigy Berrini Grand Hotel e é associado ao Rotary Club de São Paulo. É articulista colaborador de jornais e realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. É também coordenador dos sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br, e autor dos livros: “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”, “O segredo de Darwin”,“2012...e depois?”;“Desenvolvimento Humano”; “O Homem Sábio e os Jovens” e “A trajetória do ser humano na Terra – em busca da verdade e da felicidade (Madras Editora)”. E-mail: bicdutra@library.com.br; Twitter: @bidutra7
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